A passagem de uma corrente elétrica fraca pelo cérebro de estudantes voluntários durante o sono melhorou o desempenho deles em uma tarefa de memorização de palavras. Antes de dormir, os estudantes decoraram 46 pares de palavras e, em média, se lembraram de 36,5 deles. O grupo que recebeu estímulos elétricos, porém, teve essa média aumentada para 41,2 combinações. Os dados sugerem que a eletricidade pode produzir efeito sincronizado sobre determinados neurônios. Os pesquisadores agora investigam o quanto essa melhora pode durar e como o sono profundo afeta a memória. Os seres humanos começam a perder a habilidade de dormir profundamente por volta dos 45 anos, aproximadamente a mesma idade em que a memória começa a decair. O trabalho foi publicado na Nature.